Lucy na Europa
De Nice a Barcelona: o Velho Mundo em 52 dias - 16/07 a 5/09 de 2008
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Meu último dia em Roma, me pus a caminhar. Tentando fazer um programa um pouco diferente, fui para a Fonte de Carágula. Nada além de ruínas, e nada de fontes! Definitivamente, Roma não está entre minhas preferidas!
De lá, Praça Navona, mas antes, uma agradável surpresa: a Igreja Santo Inácio de Loiola, a pintura no teto tem um efeito 3D incrível – gostei mais do que dos afrescos da Capela Sistina, talvez porque tivesse menos gente nessa igreja. Fabuloso mesmo!Almocei perto da Piazza Navona, agüentei cantadinha sem graça de garçom... fiz umas comprinhas, peguei minha bagagem no hostel e me coloquei a caminho do aeroporto Ciampino. No vôo, conheci duas brasileiras – uma paulista, em Paris por três meses e a outra com sotaque e jeitinho super engraçadinho de Recife, há seis meses em Barcelona.
Tive uma série de problemas no hostel em Barcelona: primeiro, não consegui subir na cama da beliche, depois me deram uma cama num quarto que só tinha meninos. Mundo pequeno, encontrei o Marcelo quando estava chegando no hostel. com uma cara de acabado, ia passar a noite sem dormir, até pegar o vôo de volta para o Brasil.
Fomos fazer o Fat Tire Bike Tour – um tour de bicicleta por Barcelona. Fazia uns dez anos que eu não andava de bicicleta!
O dia seria cheio: comprar souvenirs, pegar uma praia, ver tudo o que faltava – e não era pouca coisa!
Comecei pela Pedreira! Super interessante, Gaudi parece ter se inspirado na natureza mesmo, sem linhas retas, por dentro e por fora ela é uma surpresa! Tem até um piso com conchas e caracóis e outros objetos que sugerem de onde vem a ainspiração do arquiteto que é o nome de Barcelona.Deixei comprado o bilhete para a Casa Batlo também, mas iria mais tarde: queria mergulhar no Mediterrâneo e o dia super quente estava propício para isso!De metrô é super rapidinho. Em 15 minutos estava numa cadeira alugada por cinco euros. A água estava ótima.Voltei para o hotel para tomar um banho e continuar o tour. Estava a caminho do Palácio Guel, nas Ramblas, quando encontrei um centro de informações turísticas e por segurança resolvi perguntar o horário de fechamento da Casa Batlo: às 20h, e eram 19h! Lá vou eu de novo para o metro, andar só uma estação, para tentar pegar a casa aberta – o convite só é válido para o dia e me custou 13 euros! Felizmente consegui entrar e como valeu! Toda colorida, cheia de efeitos, aberturas para luz, vidros trabalhados, o terraço com aquela assinatura de Gaudi! Foi uma das construções mais bonitas que vi na viagem. Surreal, um convite à imaginação!À noite fui para a Plaza Espanha para ver as famosas fontes luminosas! Uma bela surpresa, gostei muito. Claro que não é todo mundo que gosta de água “dançando” ao som de música clássica e ópera, mas eu achei bem legal!Aliás, Barcelona foi sem dúvida uma das minhas cidades preferidas! Entendi porque “everybody loves Barcelona”. É uma cidade lindíssima por si só, avenidas largas e arborizadas, linda arquitetura, moderninsmo aqui e ali, super iluminada e com gente jovem - e se isso não bastasse, ainda tem praia! Gostei muito e olha que nem conheci a tão famosa noite da capital catalã!